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Meu nome é Hugo Santarem Rodrigues. Sou um pesquisador com uma câmera.

 

Meu trabalho com imagens utiliza a fotografia, o audiovisual e imagens de arquivo, como métodos de investigação independente e análise semiótica.


Atualmente sou mestrando na Universidade de Lisboa, onde aprofundo estudos em pós-colonialismo, histórias conectadas e formação da cultura brasileira.

Como fotógrafo retratista, uso esse repertório para criar imagens que resgatam e abrem espaço para a narrativa de quem é fotografado de maneira crítica.

Minha formação se deu pela graduação em Comunicação Social (IESB), especialização em Artes Visuais (Senac), fotografia pela School of Visual Arts em Nova Iorque, Branded Content (Miami Ad School Brasil) e elaboração de roteiro para cinema (Roteiraria).

 

2002 - Concluí a graduação em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda). O âmbito criativo e de produção audiovisual formou minha percepção de como se constroem enquadramentos, como se disputa memória e como a linguagem organiza o mundo.

 

2004 – Mudei-me de Brasília para o Maranhão. A vivência no estado, somada à história social da minha família, amplia minha percepção do Brasil real. Nesse período, conheço a história de Dona Pureza e assumo um compromisso: transformar aquela experiência em cinema. Inicio, então, uma pesquisa de longo prazo sobre trabalho escravo, que culmina no projeto do longa-metragem Pureza.

 

2014–2015 – Iniciei o projeto Interior, dedicado a investigar origens de tradições culturais brasileiras. A pesquisa ganha uma dimensão quando conecto o estudo da ancestralidade cultural brasileira ao estudo da minha própria ancestralidade. Realizo um teste de DNA, traço paralelos e assumo uma posição metodológica dupla: pesquisador e objeto de pesquisa.

 

2015 – Viajei à Índia e ao Nepal para estudos sobre budismo, ampliando minha perspectiva sobre identidade, território, pertencimento e colonialidade.

 

2018 – Realizei as primeiras incursões ao continente africano, buscando conexões históricas e origens culturais brasileiras.

 

2020 – Prestes a embarcar novamente para a África, fui impedido de viajar pela pandemia. Converto o isolamento em período de estudo crítico sobre o processo de colonização no Brasil.

2023–2024 – Retomei o projeto Interior em campo, atravessando territórios de ex-colônias e confrontando fontes e evidências in loco. Esse ciclo alterou profundamente minha compreensão sobre o colonialismo no Brasil e consolidou duas linhas de interpretação: Indo-Brasilidade e Mito da Imigração.

 

Ao longo de todo esse processo, financiei minhas pesquisas com meu trabalho como publicitário, fotógrafo e cineasta. Percurso marcado por clientes e amigos que deram suporte à minha trajetória.

Entre projetos autorais e colaborações, surgiram alguns prêmios e reconhecimentos como consequência desse percurso.



Prêmios:
1º  - Spotlight Awards

1º e 2º - Chromatic Awards
2º  - Monovisions Awards
3º  - (IPA) International Photography Awards + 6 honorable mentions

3º - The Independent Photographer
4º  - Xposure Festival
Top10 - See Me

Festivals and exibithions
- Festival de Fotografia de Tiradentes - Minas Gerais, Brazil - 2019
- Affordable Art Fair - NYC - 2019
- Xposure Festival - UAE - 2019
- Galeria Almeida Prado - São Paulo, Brazil - 2017
- Artlab Gallery - São Paulo, Brazil -2019

- Divino Galeria - Brasília , Brazil- 2020

- GW Gallery - São Paulo, Brazil - 2020

Awards: Spotlight Awards | Monovisions Awards | The Independent Photographer | International Photography Awards | Xposure Festival 

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